e sem medo.
Durante anos, pensei que proteger meu casamento significava manter a porta aberta para qualquer exigência da família de Gustavo.
Naquele domingo, entendi que um lar de verdade precisa de algo muito mais importante que portas abertas.
Precisa de respeito por quem vive dentro dele.
E, pela primeira vez em muito tempo, minha casa voltou a ser exatamente isso: um lar.